sábado, 13 de agosto de 2011
NIT se apresenta no Sesc Ribeirão
terça-feira, 2 de agosto de 2011
Colegiado Setorial de Teatro pede esclarecimentos a FUNARTE
ANTÔNIO DELGADO FILHO (GO)
CARLOS HENRIQUE LISBOA FONTES (RN)
CLAUDIA SCHULZ (RS)
CLEBER RODRIGO BRAGA DE OLIVEIRA (PR)
CRISTIANO PENA (MG)
DEMETRIO NICOLAU (RJ)
ELCIAS VILLAR CARVALHO (RO)
ELIZANDRA ROCHA ARAÚJO (MA)
FÁTIMA SOBRINHO (BA)
FERNANDO OLIVEIRA CRUZ (MS)
GUILHERME ALVES CARVALHO (DF)
JANDEIVID MOURA (MT)
JOAQUIM RODRIGUES DA COSTA (PR)
LENINE BARBOSA DE ALENCAR (AC)
LEONARDO LESSA (MG)
LEONE SILVA (SC)
MÁRCIO SERGINO (RR)
MARCIO SILVEIRA DOS SANTOS (RS)
MARIA NEVES GARCIA (DF)
PAULO RICARDO SILVA DO NASCIMENTO (PA)
PEDRO VILELA (PE)
RAIMUNDO NONATO TAVARES RAMOS (AM)
RICHARD RIGUETTI (RJ)
ROSA RASUCK (ES)
THIAGO REIS VASCONCELOS (SP)
VALÉRIA DE OLIVEIRA (SC)
VANÉSSIA GOMES DOS SANTOS (CE)
VIRGÍNIA LÚCIA DA FONSECA MENEZES (SE)
VITOR HUGO SAMUDIO DELASIERRA BRITEZ (MS)
WLADILENE DE SOUSA LIMA (PA)
sexta-feira, 29 de julho de 2011
Ribeirão em Cena homenageia Antonio Cassoni
Após apresentação do espetáculo “Mulheres Vermelhas” na noite de quinta-feira (28-jul), o professor e jornalista Antonio Cassoni, foi homenageado com uma placa pelo apoio à ONG.
Além deste presente, um cravo vermelho – símbolo da resistência no presídio do DEOPS – também foi entregue ao convidado especial, que ouviu do ator Júlio Avanci: “Uma das principais pessoas que fazem a peça acontecer é o contrarregra, então, em nome do Ribeirão em Cena, gostaríamos de presentear essa grande figura”. Cassoni gosta de ser visto asism.
Com atuação marcante e presença discreta, quase imperceptível, é desta maneira que o professor e jornalista trabalha. O próprio diretor do espetáculo, Gilson Filho, já tinha avisado sobre a homenagem, alertando o elenco: “Ele (Cassoni) odeia esse tipo de coisa, mas nós vamos fazer mesmo assim!”, completou, lembrando que as atrizes, cujas personagens eram áurea Moretti e Maria Aparecida dos Santos (Cidinha) entregariam o cravo e a placa.
Fotógrafos da imprensa local registraram o momento de homenagem e a emoção do professor, que agradeceu ao elenco e o diretor Gilson Filho.
Em um momento particular de emoção, pois tratava-se de ex-presos políticos nos tempo de ditadura militar, Cassoni disse que “a inteligência e importância estavam presentes no palco”, agradecendo e prestando tributo ao trabalho dos artistas, quando falava sobre o valor e o peso da luta pela democracia no Brasil.
Depois de terminadas apresentação e homenagem, amigos continuaram no teatro Ribcena por alguns minutos, para abraçar e confraternizar os sentimentos com o convidado de honra.
quarta-feira, 29 de junho de 2011
Alunos do Primeiro Ano Apresentam Trabalhos Finais
sexta-feira, 24 de junho de 2011
Valeu a Pena?
domingo, 19 de junho de 2011
OPINIÃO: Os Limpantes: Do Hades ao Olimpo
Então que, pelo aniversário da cidade, a ONG Ribeirão em Cena dava seu presente pelos 155 anos: uma apresentação do número “Os Limpantes” no Paqrue Maurílio Biagi.
Para os entendidos, tratava-se de Clowns; para os novatos, palhaços praticamente mudos e devidamente caracterizados. Todos de uniforme de limpeza, alguns munidos de vassoura, outro com balde e, outro com banquinho, um com telefone (!) e todos com seus trejeitos caricatos.
Ainda pela manhã, simultaneamente ao espetáculo, havia um passeio ciclístico, que tinha, além de muitas pessoas a pedalar, um trenzinho com apresentador e caixa de som. O apresentador anunciava um sorteio.
Um sorteio e inúmeros prêmios.
Aros de alumínio, rodas e pneus de bicicletas, dentre outros itens da prática desportiva daqueles camaradas.
A atenção era toda pra ele.
E a desatenção toda por conta de uma das organizadoras do evento, uma senhora, que
não disponibilzou nenhuma cadeira - tendo proibido, inclusive, o uso tanto da de cima, quanto da de baixo, que se empilhavam, vazias na guarita da Guarda Municipal - para a diretora do elenco,grávida já em seu sexto mês.
A persuasão dos recursos de alto falantes potentes, premiação com brindes, carro de som, fazia com que apenas um curioso ou outro atentassem à presença da tropa da limpeza.
Mas, mesmo em condições adversas, discípulos de Dionísio sabem conduzir bem seu veículo muito bem. Principalmente quando estão em grupo.
Foi, então, deste ponto em diante que a história valeu a pena para a ONG: os palhaços interagiram com o público, conquistando primeiro sua atenção e, depois o carisma, que se percebeu nos sorrisos, nas risadas, nas fotos - de longe, ou mesmo posadas junto ao elenco - nos abraços das crianças mais novas e, inclusive no choro de um menino mais assustado.
No final da manhã, o Sol brilhava forte, como de costume desta terra. Anunciava a chegada da tarde, meio-dia, hora de almoçar. Hora de se comer o pão de cada dia, de se energizar até à noite. Porque, com a chegada das luzes primeira lua cheia do inverno, abria-se o portal mágico para estes mesmos limpantes.
Era, esse lugar encantado, o Teatro de Arena Jaime Zeiger. Lá, público e pessoal da organização recebia com braços abertos e entusiasmo o trabalho do Ribierão em Cena.
Desta vez, Gracyela Gitirana, que dirige o elenco, não só esteve bem acomodada, como também contou com suporte técnico eficaz de última hora, enquanto seus dispositivos de áudio repetiam-se em falhar.
Nessa cidade, gregos e troianos se revezam em eventos culturais. “Não se pode agradar a todos”, mas, em uma época que se vive o “Dai a César o que é de César...” os deuses do teatro abençoam e agradecem iniciativas como a do Movimento Pró-Arena.
sábado, 18 de junho de 2011
Ribeirão em Cena apresenta "Pai" no Fórum Social
A versão apresentada foi resumida devido aos recursos técnicos disponíveis no local.
Do elenco, ficaram em cena apenas as atrizes Neuza Maria e Mariana Cazula.
E, apesar de ter surpeendido os espectadores com a temática de sequestro político, ideais, tanto da juventude “que sempre se acha moderna” e dos costumes das pessoas mais ortodoxas, a peça arrancou muitos aplausos de todos que estavam ali presentes.
Viam-se crianças, adultos e idosos, incluídos participantes de outras mesas, parentes de diferentes famílias, espectadores de outras atrações, mas, de um mesmo fórum de sociedade ribeirãopretana.
Então, quando o silêncio prevaleceu novamente sobre os aplausos, nossos artistas voltaram à realidade cotidiana, respiraram e já ouviam os comentários do diretor, Rafael Felix, que instruía seu elenco a fim de otimizar o trabalho para a próxima encenação.
sexta-feira, 17 de junho de 2011
Ribeirão em Cena move ação contra Pantanal Linhas Aéreas
quinta-feira, 9 de junho de 2011
"Mulheres Vermelhas, algo que perdi em mim"
Noite de sábado, eu cidadão comum, eleitor, consumidor, contribuinte… Feliz da vida com as prestações que tenho que pagar e com o sorriso da moça do comercial de shampoo que me desperta uma juventude fugaz. Esse sonho de país de classe média que compramos em papel celofane da mediocridade.
Mas ao bem da verdade, o país tem uma história a limpo a passar e a peça Mulheres Vermelhas -qual assisti essa noite- que em síntese trata da luta e da tortura que passaram mulheres contrárias aos regimes de exceção, ajuda-nos a entender nossos anos obscuros de ditadura militar onde familiares não tiveram nem o direito sagrado de enterrar seus filhos assassinados e torturados. E nossa vizinha Argentina nos dando exemplo, quem diria.
Por aqui, nem uma coisa nem outra, nem a condenação de torturadores nefastos, nem o mínimo de podermos saber ao menos a verdade, o que realmente aconteceu a esse país? Inércia tétrica.
Já assisti diversos trabalhos do diretor Gilson Filho, conheço sua linha de conduta e de interpretação e também o fio que lhe move às inquietações, porém difícil é não se surpreender, não corro risco em afirmar que Mulheres Vermelhas é seu ápice. Montagem qual o diretor moldou tudo que lhe cabia com a a experiência de décadas dedicadas ao teatro formando uma miscelânea que me fez reviver o bom teatro, dos melhores que pude presenciar. Brigaghão, assim chamado carinhosamente pelos amigos, não teve medo de trabalhar a interação multimídia, também colocou um texto denso num cenário experimental. Tão pouco economizou talento na luz e na maneira que tratou musicalmente o cerne em cena, tudo com muito encaixe à excelência da interpretação de um elenco de mais de duas dezenas de atores em cena. Um trabalho demais profícuo e árduo, creio. A voz (o maior defeito do teatro atual) desse elenco grandioso sempre esteve uniforme de forma primorosa. Os atores e, sobretudo, as atrizes estiveram magnânimos numa altivez e presença de cena muito raro de se encontrar.
Todavia, o encontro com esse teatro choca e a catarse que sucede em mim é genitora desse sentimento do qual ainda não consegui resolver. Compreendo que algo não só na nossa História ficou mal resolvido, mas em mim também.
Depois dessa experiência humana sinto que algo perdi e que não sei como encontrar. Porque esse trabalho em cena claudica cá em mim, fragilizando eu cidadão comum, eleitor, consumidor, contribuinte… E o sorriso da moça do Shampoo não me é mais suficiente. Mulheres Vermelhas é uma experiência de vida única que não esquecerei jamais.
Texto original em: http://blogdobiasoli.wordpress.com/2011/06/09/mulheres-vermelhas-algo-que-perdi-em-mim/
segunda-feira, 6 de junho de 2011
NIT se despede da Feira do Livro após ‘maratona’ de apresentações e workshop
| José Maurício Cagno e Gracyela Gitirana contam orgiem do teatro |
Oficina