sexta-feira, 17 de maio de 2013
quinta-feira, 16 de maio de 2013
Instituto Vladmir Herzog autoriza Ribeirão Em Cena a montar o espetáculo “Patética”
Ivo
Herzog, filho do jornalista Vladimir Herzog e diretor do Instituto Vladimir
Herzog autorizou o Instituto Ribeirão Em Cena a encenar “A Patética”, texto
escrito em 1976, por João Ribeiro Chaves
Netto, cunhado de Vladimir Herzog.
Ivo Herzog e o jornalista Audálio Dantas, autor do livro “As Duas Guerras de Vlado Herzog” e presidente do Sindicato dos Jornalistas na época do assassinato de Vladimir Herzog ministraram a palestra “Herzog: jornalismo e direitos humanos no Brasil”, na noite da última terça-feira (14), no Cineclube Cauim.
O Ribeirão Em Cena participou do evento exibindo um trecho de ‘Mulheres Vermelhas’, espetáculo que permaneceu em cartaz por 25 meses e que retrata a tortura sofrida por mulheres na ditadura Vargas e durante o golpe de 1964. O trecho encenado, escrito por Frei Betto, relata de forma hipotética o que teria sido o último diálogo entre Vladmir Herzog e o delegado Sergio Paranhos Fleury. Vladimir Herzog então diretor de jornalismo da TV Cultura, foi assassinado em 25 de outubro de 1975 nas dependências do DOI-CODI, em São Paulo, após ser torturado por Fleury.
Ivo Herzog e o jornalista Audálio Dantas, autor do livro “As Duas Guerras de Vlado Herzog” e presidente do Sindicato dos Jornalistas na época do assassinato de Vladimir Herzog ministraram a palestra “Herzog: jornalismo e direitos humanos no Brasil”, na noite da última terça-feira (14), no Cineclube Cauim.
O Ribeirão Em Cena participou do evento exibindo um trecho de ‘Mulheres Vermelhas’, espetáculo que permaneceu em cartaz por 25 meses e que retrata a tortura sofrida por mulheres na ditadura Vargas e durante o golpe de 1964. O trecho encenado, escrito por Frei Betto, relata de forma hipotética o que teria sido o último diálogo entre Vladmir Herzog e o delegado Sergio Paranhos Fleury. Vladimir Herzog então diretor de jornalismo da TV Cultura, foi assassinado em 25 de outubro de 1975 nas dependências do DOI-CODI, em São Paulo, após ser torturado por Fleury.
| Ivo Herzog e Gilson Filho |
“A Patética”, ou “Patética” conta a história do assassinato de Vladmir Herzog e do “suicídio” forjado pelos militares. Dividida em dez cenas, a peça se passa em um picadeiro, onde um grupo circense está contando a história da família Horowitz, judeus iugoslavos que tentam uma vida nova no Brasil e acompanham o filho, Glauco Horowitz (Vladimir Herzog) ingressar no jornalismo e na militância política. O grupo circense também encena para o público a prisão a tortura, a morte e o suicídio forjado de Glauco. Enquanto a peça é encenada, a repressão tenta fechar o circo.
A peça foi classificada em primeiro lugar, no VIII Concurso Nacional de Dramaturgia, realizado pelo SNT (Serviço Nacional de Teatro), em 1977 e o texto foi confiscado pelos órgãos de segurança.
Texto: Daniela Teixeira -
Comunicação Instituto Ribeirão Em Cena
quarta-feira, 15 de maio de 2013
Ribeirão Em Cena conta Arena – bolsistas encerram seminário com apresentação de cenas de grandes espetáculos
Depois um mês de pesquisas e ensaios os
bolsistas do Ribeirão Em Cena encerraram na últoma quinta-feira as apresentações do
seminário Ribeirão Em Cena conta Arena, que contou a história do Teatro
de Arena, um dos mais importantes grupos de teatro que o Brasil já teve.
O público presente teve a oportunidade de assistir cenas de espetáculos que fizeram a história do Teatro de Arena e consagraram atores e autores, como Plínio Marcos, Augusto Boal, Dirce Migliaccio, Juca de Oliveira, Myriam Muniz, Joana Fomm, Renato Consorte, Lélia Abramo, Dulce Muniz, Gianfrancesco Guarnieri, José Renato, Eugênio Kusnet, Isaias Almada e Paulo José.
Os alunos do segundo ano do curso de artes cênicas encenaram trechos dos espetáculos “O Tartufo”, de Molière, “Arena conta Zumbi”, de Gianfrancesco Guarnieri e Augusto Boal, “Eles não usam Black Tie” de Gianfrancesco Guarnieri, “Liberdade Liberdade”, de Millôr Fernandes e Flávio Rangel, “O testamento do cangaceiro” de Chico de Assis e “Navalha na carne” de Plínio Marcos.
O público presente teve a oportunidade de assistir cenas de espetáculos que fizeram a história do Teatro de Arena e consagraram atores e autores, como Plínio Marcos, Augusto Boal, Dirce Migliaccio, Juca de Oliveira, Myriam Muniz, Joana Fomm, Renato Consorte, Lélia Abramo, Dulce Muniz, Gianfrancesco Guarnieri, José Renato, Eugênio Kusnet, Isaias Almada e Paulo José.
Os alunos do segundo ano do curso de artes cênicas encenaram trechos dos espetáculos “O Tartufo”, de Molière, “Arena conta Zumbi”, de Gianfrancesco Guarnieri e Augusto Boal, “Eles não usam Black Tie” de Gianfrancesco Guarnieri, “Liberdade Liberdade”, de Millôr Fernandes e Flávio Rangel, “O testamento do cangaceiro” de Chico de Assis e “Navalha na carne” de Plínio Marcos.
O
professor Rogério Festucci, que assistiu às duas etapas do seminário
disse que o evento era de uma riqueza sem igual, tanto para quem é ator,
quanto para quem não é ator e elogiou a dedicação dos alunos nas
apresentações.
O Ribeirão Em Cena já havia realizado projetos semelhantes como as “Noites Temáticas”, em que os bolsistas estudavam um determinado autor e encenavam trechos das peças. Neste caso, os alunos pesquisaram o grupo teatral Arena, com vários dramaturgos e acabavam estudando a história do teatro, em um projeto inédito. Segundo Gracyela Gitirana, coordenadora pedagógica do curso de teatro, a realização do seminário é um tipo de aprendizado que vai ficar.
Depois das apresentações das cenas, o trio ‘Cum Nobis Mutamba Est’, formado por Alessandro Perê (teclados); Teco Villas Boas (percussão) e Priscila Cubero (voz), interpretou canções compostas por Edu Lobo (Zambi e Estatuinha), João Do Vale (Carcará) e Chico Buarque (Meu caro amigo, escrita para Augusto Boal) especialmente para as produções do Arena e que até hoje são lembradas.
O Ribeirão Em Cena já havia realizado projetos semelhantes como as “Noites Temáticas”, em que os bolsistas estudavam um determinado autor e encenavam trechos das peças. Neste caso, os alunos pesquisaram o grupo teatral Arena, com vários dramaturgos e acabavam estudando a história do teatro, em um projeto inédito. Segundo Gracyela Gitirana, coordenadora pedagógica do curso de teatro, a realização do seminário é um tipo de aprendizado que vai ficar.
Depois das apresentações das cenas, o trio ‘Cum Nobis Mutamba Est’, formado por Alessandro Perê (teclados); Teco Villas Boas (percussão) e Priscila Cubero (voz), interpretou canções compostas por Edu Lobo (Zambi e Estatuinha), João Do Vale (Carcará) e Chico Buarque (Meu caro amigo, escrita para Augusto Boal) especialmente para as produções do Arena e que até hoje são lembradas.
O Teatro de Arena mudou os rumos do teatro brasileiro, suas principais produções ocorreram no período da ditadura militar e todo o contexto político, aliado a efervescência cultural reuniu os maiores talentos e de lá saíram grandes espetáculos, sempre inspirados na realidade do brasileiro. Segundo Gilson Filho, diretor do Ribeirão Em Cena, o Teatro de Arena foi sem sombra de dúvidas o maior e mais criativo teatro brasileiro.
O Ribeirão Em Cena vai continuar a contar a história dos principais teatros do Brasil. O próximo será o Teatro Oficina, fundado no final da década de 50 por José Celso Martinez e Renato Borghi, tornou-se um dos símbolos do movimento Tropicalista com a montagem original de "O Rei da Vela", escrito por Oswald de Andrade em 1937 e encenada em 1967 com a direção de José Celso Martinez.
terça-feira, 7 de maio de 2013
Boal, Guarnieri, Plinio Marcos, Oduvaldo Viana Filho no Teatro Ribeirão Em Cena
Bolsistas da Escola de Teatro realizam segunda
etapa do seminário Ribcena conta Arena nesta quinta feira
Com exibição de cenas extraídas de peças escritas
por Augusto Boal, Gianfrancesco Guarnieri, Plínio Marcos, Oduvaldo Viana Filho,
Roberto Freire, Chico de Assis, Maquiavel e Bertolt Brecht, os bolsistas do
Instituto Ribeirão Em Cena – Escola de Teatro realizam na próxima quinta feira,
nove de março, a segunda etapa do ‘Seminário Ribcena Conta Arena’.
Na primeira etapa, os bolsistas ‘contaram’, através
de exposição de pesquisas, exibição de filmes e promoção de debates a história
deste que foi um dos mais instigantes grupos da história do teatro brasileiro.
Nesta segunda jornada o público poderá assistir
cenas de peças que fizeram parte do repertório do Teatro de Arena, a exemplo de
“Eles Não Usam Black-Tie”, “Navalha Na Carne”, “O Círculo de Giz Caucasiano”,
entre outras.
O evento contará ainda com a apresentação de
canções criadas especialmente para as produções do Arena e compostas por
Guarnieri, Edu Lobo, Caetano Veloso, Gilberto Gil e Chico Buarque de Hollanda,
interpretadas pelo trio ‘Cum Nobis Mutamba Est’, formado por Alessandro Perê
(Teclados); Teco Villas Boas (Percussão) e Priscila Cubero (Voz).
Um dos movimentos culturais mais importantes do
país durante as décadas de 60 e 70, o Teatro de Arena tornou-se, na história do
teatro brasileiro, símbolo da resistência, do surgimento de uma nova
dramaturgia e estética essencialmente brasileira.
O evento é gratuito, aberto ao público, e o elenco
formado por: Victor Hugo, Marielle Leite, Gustavo Henrique, Airton Pereira,
Caroline Alves, Bruno Henrique, Tamires Justino, Thaisa Amorim, Richard Barros,
Ana Lídia, Josana Ester, Thina Xavier, Heloisa Brandala, Camila Picolo,
Wellington Garbelini, Thatiane Breda, Cristina Perin, Bruna Giovana, Ana
Carolina, Flávia Tostes e Bianca Barros.
Serviço:
Teatro Ribcena – Rua Lafayete, 1084 (150 lugares –
Ar Condicionado).
Quinta Feira – 20hs
Ingressos gratuitos
Direção: Renato Ferreira, Julio Avanci, Gracyela
Gitirana.
Iluminação: Gabriel Oliveira
Som: Manú Fernandes
sexta-feira, 26 de abril de 2013
Ribeirão Em Cena conta Arena – bolsitas realizaram seminário sobre a história do Teatro de Arena
Os bolsistas do curso de teatro do Ribeirão Em Cena apresentaram ontem a
primeira etapa do Ribeirão Em Cena Conta Arena. Depois de duas semanas
de estudos, foram apresentados seminários nos períodos da tarde e da
noite contando a história do Teatro de Arena, em um excelente trabalho
de pesquisa e dedicação dos alunos.
Através dos seminários apresentados no Teatro RibCena, o público presente pôde entender como o Arena mudou os rumos do teatro brasileiro através dos principais espetáculos apresentados, as crises, o engajamento e o contexto político, os problemas com a ditadura e com a censura, a efervescência cultural da época e os nomes que surgiram lá.
Gilson Filho, diretor do Ribeirão Em Cena, comentou durante as apresentações a importância de entender a história do Arena pelo viés humano, pelas pessoas que ali passaram e ajudaram a mudar a dramaturgia brasileira. Nomes como Gianfrancesco Guarnieri, José Renato, Plínio Marcos, Augusto Boal, Eugênio Kusnet, Isaias Almada, Paulo José, Antônio Fagundes, Lima Duarte, Oduvaldo Viana Filho, Flavio Migliaccio, Dirce Migliaccio, Juca de Oliveira, Myriam Muniz, Joana Fomm, Renato Consorte, Lélia Abramo, Dulce Muniz fizeram história no Arena e modificaram o teatro brasileiro.
Nos seminários os alunos destacaram a nacionalização do teatro brasileiro realizado pelo Arena, que valorizou os escritores nacionais e deu destaque aos problemas e a história do povo brasileiro em espetáculos como “Eles Não Usam Black-Tie”, de Gianfrancesco Guarnieri, “Chapetuba Futebol Clube”, de Oduvaldo Vianna Filho, “Gente Como a Gente”, do psiquiatra Roberto Freire, “Arena Conta Zumbi”, de Augusto Boal e Gianfrancesco Guarnieri, com música de Edu Lobo e “Arena Conta Tiradentes”, também de Boal e Guarnieri.
Os bolsistas chegaram à conclusão que o Teatro de Arena abriu caminhos para o teatro dos dias atuais, seja pela luta contra a censura, seja pela nacionalização do teatro e principalmente pelos talentos que saíram de lá.
No dia nove de maio, acontece a segunda etapa do Ribeirão Em Cena conta Arena. Os bolsistas irão encenar trechos de espetáculos apresentados no Arena nas décadas de 60 e 70, além de interpretarem canções que fizeram sucesso na época.
Através dos seminários apresentados no Teatro RibCena, o público presente pôde entender como o Arena mudou os rumos do teatro brasileiro através dos principais espetáculos apresentados, as crises, o engajamento e o contexto político, os problemas com a ditadura e com a censura, a efervescência cultural da época e os nomes que surgiram lá.
Gilson Filho, diretor do Ribeirão Em Cena, comentou durante as apresentações a importância de entender a história do Arena pelo viés humano, pelas pessoas que ali passaram e ajudaram a mudar a dramaturgia brasileira. Nomes como Gianfrancesco Guarnieri, José Renato, Plínio Marcos, Augusto Boal, Eugênio Kusnet, Isaias Almada, Paulo José, Antônio Fagundes, Lima Duarte, Oduvaldo Viana Filho, Flavio Migliaccio, Dirce Migliaccio, Juca de Oliveira, Myriam Muniz, Joana Fomm, Renato Consorte, Lélia Abramo, Dulce Muniz fizeram história no Arena e modificaram o teatro brasileiro.
Nos seminários os alunos destacaram a nacionalização do teatro brasileiro realizado pelo Arena, que valorizou os escritores nacionais e deu destaque aos problemas e a história do povo brasileiro em espetáculos como “Eles Não Usam Black-Tie”, de Gianfrancesco Guarnieri, “Chapetuba Futebol Clube”, de Oduvaldo Vianna Filho, “Gente Como a Gente”, do psiquiatra Roberto Freire, “Arena Conta Zumbi”, de Augusto Boal e Gianfrancesco Guarnieri, com música de Edu Lobo e “Arena Conta Tiradentes”, também de Boal e Guarnieri.
Os bolsistas chegaram à conclusão que o Teatro de Arena abriu caminhos para o teatro dos dias atuais, seja pela luta contra a censura, seja pela nacionalização do teatro e principalmente pelos talentos que saíram de lá.
No dia nove de maio, acontece a segunda etapa do Ribeirão Em Cena conta Arena. Os bolsistas irão encenar trechos de espetáculos apresentados no Arena nas décadas de 60 e 70, além de interpretarem canções que fizeram sucesso na época.
quinta-feira, 18 de abril de 2013
Ribeirão Em Cena conta Arena
Um dos movimentos
culturais mais importantes do país, o Teatro de Arena tornou-se, na história do
teatro brasileiro, símbolo da resistência, do surgimento de uma nova
dramaturgia e estética essencialmente brasileira.
Até o surgimento do Arena em 1953, a tendência dominante no teatro brasileiro era o rigor formal, quase solene (TBC), da mesma forma que a política ‘era coisa de adultos’.
Foi através de Guarnieri, José Renato, Augusto Boal, Glauber, Plínio, Arutim, Paulo José, Isaias Almada, entre tantos outros, que esse círculo foi rompido e novas dimensões do Brasil foram reveladas pela arte aberta aos sentimentos populares.
Rompendo o fosso entre atores e espectadores, na arena do teatro da Rua Teodoro Baima, aprendia-se concretamente o que dizia Brecht sobre a relação entre arte e revolução, entre política e cultura, entre música e teatro.
Dos seminários do Teatro de Arena surgiram nomes como Oduvaldo Viana Filho, Boal, Guarnieri, Plínio Marcos, Lélia Abramo, Luiz Carlos Arutim, Antonio Fagundes, Raul Cortez, Ítalo Rossi, Flávio Migliaccio, Renato Consorte, Chico de Assis, Dina Sfat, Milton Gonçalves, Wlademar Ney, Vera Gertel, Dulce Muniz, Lima Duarte, Marília Medalla, Eloi Araujo, uma gente que fazia teatro com vigor de quem busca transformar o mundo. O Arena deu voz ao autor brasileiro, introduziu a luta de classes como temática, inovou não apenas na encenação e na dramaturgia mas fundou um jeito brasileiro de representar, como nação independente, como povo a organizar seu futuro.
Para ‘reviver’ a trajetória do Arena, desde sua fundação em 1953, até 1972, quando o espaço é comprado pelo extinto SNT – Serviço Nacional de Teatro – os bolsistas que concluíram o primeiro ano de oficinas no Ribeirão Em Cena, realizam no dia 25 de abril o Seminário ‘Ribcena Conta Arena’, em duas etapas.
Na primeira apresentam resultado de pesquisas e na segunda encenam trechos de espetáculos apresentados no Teatro de Arena durante as décadas de sessenta e setenta, além de interpretarem canções compostas especialmente para esses espetáculos.
O seminário é aberto ao público e o grupo de expositores\atores é formado por: Victor Hugo, Marielle Leite, Gustavo Henrique, Airton Pereira, Caroline Alves, Bruno Henrique, Tamires Justino, Thaisa Amorim, Richard Barros, Ana Lídia, Josana Ester, Thina Xavier, Heloisa Brandala,Camila dal Picolo,Wellington Garbelini, Thatiane Breda, Cristina Perim, Bruna Giovana, Ana Carolina, Francielle Francese, Flávia Tostes e Bianca Barros.
Serviço:
Seminário Ribcena Conta Arena
25 abril : Teatro Ribcena – Rua Lafaiete, 1084 às 14:30h e às 19:30h
9 de maio : Apresentação de cenas e canções. Teatro Ribcena – Rua Lafaiete, 1084 às 20h
Gratuito.
Seminário Ribcena Conta Arena
25 abril : Teatro Ribcena – Rua Lafaiete, 1084 às 14:30h e às 19:30h
9 de maio : Apresentação de cenas e canções. Teatro Ribcena – Rua Lafaiete, 1084 às 20h
Gratuito.
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013
Alunos do Ribeirão Em Cena obtêm registro de ator profissional
Onze alunos bolsistas do Instituto
Ribeirão Em Cena – Escola de Teatro, acabaram de se profissionalizar como atores
no Sindicato dos Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversões no Estado de
São Paulo- SATED.
O registro profissional fornecido
pelo SATED é reconhecido pelo Ministério do Trabalho. Para consegui-lo, além de
apresentação de certificado de conclusão de curso do Instituto Ribeirão Em Cena,
os bolsistas candidatos passaram por uma série de entrevistas e atividades
específicas.
Criado há onze anos, o Instituto
Ribeirão Em Cena já formou perto de 4 mil bolsistas em suas oficinas de Iniciação
às Artes Cênicas. Um número expressivo prosseguiu os estudos ingressando nas
principais faculdades públicas de Artes Cênicas do país e perto de cinquenta
bolsistas já conseguiram o DRT no
Ministério do trabalho através SATED.
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
Atriz do Ribeirão Em Cena faz estágio no LUME
A atriz Gracyela Gitirana, do Instituto Ribeirão Em Cena – Escola de Teatro participa nesta semana de oficina no Núcleo Interdisciplinar de Pesquisas Teatrais (LUME) em Barão Geraldo, Campinas.
Serão oito dias de treinamento físico e vocal para atores, e métodos focados especificamente em uma atuação voltada para a rua. Durante o curso, os participantes juntamente com os atores do LUME, irão trabalhar na construção de um grande espetáculo de rua que será apresentado no último dia da oficina.
O LUME - Núcleo Interdisciplinar de Pesquisas Teatrais foi criado em 1985 pelo célebre ator Luís Otávio Burnier e se tornou um dos grupos mais respeitáveis e conceituados do país. Com um elenco fixo de sete atores, o LUME tem um estilo próprio de pensar e fazer teatro e serve de referência para atores e pesquisadores do Brasil e do mundo, no redimensionamento técnico e ético do ofício de ator.
Gracyela Gitirana é professora de improvisação do Ribeirão Em Cena e recentemente participou de um workshop no Rio de Janeiro com a atriz Roberta Carreri, do Odin Teatret. Formada pelo Grupo Bagaceira de Teatro, de Fortaleza/CE, a atriz também já participou de um curso com Eugênio Barba, fundador do Odin Teatret, e com a atriz Julia Varley, na capital Brasília.
Apesar de já ter feito cursos com os integrantes do LUME Carlos Simioni e Jesser de Souza, é a primeira vez que Gracyela participa de um curso na sede grupo.
quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
Ribeirão Em Cena no Fringe
![]() |
| Foto: Rony Morbi |
Os preparativos para o Festival Internacional
de Curitiba estão a todo vapor. Além dos intensos ensaios para a peça
“Antiperipléia”, recomeçam nesta semana os ensaios do espetáculo
“Lesados”, que também foi qualificado para o Festival Internacional de Teatro de Curitiba.
O elenco de “Lesados” é formado pelas atrizes Bianca Barros e Flávia Tostes, o texto é de Rafael Martins (Grupo Bagaceira – Fortaleza) e a direção é de Gracyela Gitirana.
O espetáculo estreou em junho do ano passado na XI Mostra de Teatro Ribeirão Em Cena e viajou por mais de dez cidades da região de São José do Rio Preto, além de participar do 3° Festival Nacional de Teatro de Ribeirão Preto.
Flávia Tostes e Bianca Barros irão participar pela primeira vez do Festival Internacional de Curitiba e, claro, estão ansiosas. Afinal, o Festival de Curitiba, é considerado um dos mais importantes eventos de Artes Cênicas do país.
A palavra “lesado” tem vários significados: desde a mais óbvia, que remete à preguiça, acomodação, até quando alguém se sente enganado ou ludibriado. Nesse contexto, a encenação mostra característicos personagens urbanos contemporâneos, abatidos pela solidão e engolidos pelas metrópoles. Pessoas desenraizadas e imóveis, representantes de uma humanidade em escombros.
Segundo a diretora Gracyela Gitirana, “Lesados” é um texto existencialista, inspirado no Teatro do Absurdo, e lembra muito a peça “Esperando Godot”, de Samuel Beckett.
“Lesados” se apresenta em Curitiba na “Casa Hoffmann – Centro de Estudos do Movimento”.
Daniela Teixeira
Ass.Imprensa Instituto Ribeirão Em Cena
O elenco de “Lesados” é formado pelas atrizes Bianca Barros e Flávia Tostes, o texto é de Rafael Martins (Grupo Bagaceira – Fortaleza) e a direção é de Gracyela Gitirana.
O espetáculo estreou em junho do ano passado na XI Mostra de Teatro Ribeirão Em Cena e viajou por mais de dez cidades da região de São José do Rio Preto, além de participar do 3° Festival Nacional de Teatro de Ribeirão Preto.
Flávia Tostes e Bianca Barros irão participar pela primeira vez do Festival Internacional de Curitiba e, claro, estão ansiosas. Afinal, o Festival de Curitiba, é considerado um dos mais importantes eventos de Artes Cênicas do país.
A palavra “lesado” tem vários significados: desde a mais óbvia, que remete à preguiça, acomodação, até quando alguém se sente enganado ou ludibriado. Nesse contexto, a encenação mostra característicos personagens urbanos contemporâneos, abatidos pela solidão e engolidos pelas metrópoles. Pessoas desenraizadas e imóveis, representantes de uma humanidade em escombros.
Segundo a diretora Gracyela Gitirana, “Lesados” é um texto existencialista, inspirado no Teatro do Absurdo, e lembra muito a peça “Esperando Godot”, de Samuel Beckett.
“Lesados” se apresenta em Curitiba na “Casa Hoffmann – Centro de Estudos do Movimento”.
Daniela Teixeira
Ass.Imprensa Instituto Ribeirão Em Cena
quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
Professores do Ribeirão Em Cena participam de workshop com Roberta Carreri, do Odin Teatret
Renato Ferreira, professor do Ribeirão Em
Cena, está no Rio de Janeiro em um workshop ministrado pela atriz
Roberta Carreri, do Odin Teatret.
Na semana passada, quem participou do workshop foi a professora de improvisação Gracyela Gitirana, que voltou impressionada com as técnicas e o conhecimento da atriz. Apesar de já ter participado em 2009 de um workshop com Eugênio Barba, diretor e fundador do Odin Teatret, e com a atriz Julia Varley, também do Odin Teatret, Gracyela relatou que a experiência foi única, segundo ela, apesar de trabalhar em conjunto com os outros membros do Odin Teatret, Roberta Carreri tem um trabalho específico, que inclui influências do teatro oriental, e possui sua própria técnica.
Além da experiência com Roberta Carreri, Gracyela assistiu a espetáculos, no período da noite, com Iben Nagel Rasmussen (atriz do Odin Teatret) e Carlos Simioni (do Lume Teatro). “A demonstração do Simioni foi simplesmente arrebatadora, eu fiquei em estado de graça”, comentou a professora.
Neste fim-de-semana Roberta Carreri estará no Sesc de Ribeirão Preto.
Confira a programação:
http://www.sescsp.org.br/sesc/programa_new/busca.cfm?conjunto_id=10563
Na semana passada, quem participou do workshop foi a professora de improvisação Gracyela Gitirana, que voltou impressionada com as técnicas e o conhecimento da atriz. Apesar de já ter participado em 2009 de um workshop com Eugênio Barba, diretor e fundador do Odin Teatret, e com a atriz Julia Varley, também do Odin Teatret, Gracyela relatou que a experiência foi única, segundo ela, apesar de trabalhar em conjunto com os outros membros do Odin Teatret, Roberta Carreri tem um trabalho específico, que inclui influências do teatro oriental, e possui sua própria técnica.
Além da experiência com Roberta Carreri, Gracyela assistiu a espetáculos, no período da noite, com Iben Nagel Rasmussen (atriz do Odin Teatret) e Carlos Simioni (do Lume Teatro). “A demonstração do Simioni foi simplesmente arrebatadora, eu fiquei em estado de graça”, comentou a professora.
Neste fim-de-semana Roberta Carreri estará no Sesc de Ribeirão Preto.
Confira a programação:
http://www.sescsp.org.br/sesc/programa_new/busca.cfm?conjunto_id=10563
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