sexta-feira, 26 de abril de 2013

Ribeirão Em Cena conta Arena – bolsitas realizaram seminário sobre a história do Teatro de Arena

Os bolsistas do curso de teatro do Ribeirão Em Cena apresentaram ontem a primeira etapa do Ribeirão Em Cena Conta Arena. Depois de duas semanas de estudos, foram apresentados seminários nos períodos da tarde e da noite contando a história do Teatro de Arena, em um excelente trabalho de pesquisa e dedicação dos alunos.


Através dos seminários apresentados no Teatro RibCena, o público presente pôde entender como o Arena mudou os rumos do teatro brasileiro através dos principais espetáculos apresentados, as crises, o engajamento e o contexto político, os problemas com a ditadura e com a censura, a efervescência cultural da época e os nomes que surgiram lá.

Gilson Filho, diretor do Ribeirão Em Cena, comentou durante as apresentações a importância de entender a história do Arena pelo viés humano, pelas pessoas que ali passaram e ajudaram a mudar a dramaturgia brasileira. Nomes como Gianfrancesco Guarnieri, José Renato, Plínio Marcos, Augusto Boal, Eugênio Kusnet, Isaias Almada, Paulo José, Antônio Fagundes, Lima Duarte, Oduvaldo Viana Filho, Flavio Migliaccio, Dirce Migliaccio, Juca de Oliveira, Myriam Muniz, Joana Fomm, Renato Consorte, Lélia Abramo, Dulce Muniz fizeram história no Arena e modificaram o teatro brasileiro.


Nos seminários os alunos destacaram a nacionalização do teatro brasileiro realizado pelo Arena, que valorizou os escritores nacionais e deu destaque aos problemas e a história do povo brasileiro em espetáculos como “Eles Não Usam Black-Tie”, de Gianfrancesco Guarnieri, “Chapetuba Futebol Clube”, de Oduvaldo Vianna Filho, “Gente Como a Gente”, do psiquiatra Roberto Freire, “Arena Conta Zumbi”, de Augusto Boal e Gianfrancesco Guarnieri, com música de Edu Lobo e “Arena Conta Tiradentes”, também de Boal e Guarnieri.
Os bolsistas chegaram à conclusão que o Teatro de Arena abriu caminhos para o teatro dos dias atuais, seja pela luta contra a censura, seja pela nacionalização do teatro e principalmente pelos talentos que saíram de lá.

No dia nove de maio, acontece a segunda etapa do Ribeirão Em Cena conta Arena. Os bolsistas irão encenar trechos de espetáculos apresentados no Arena nas décadas de 60 e 70, além de interpretarem canções que fizeram sucesso na época.

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Ribeirão Em Cena conta Arena


Um dos movimentos culturais mais importantes do país, o Teatro de Arena tornou-se, na história do teatro brasileiro, símbolo da resistência, do surgimento de uma nova dramaturgia e estética essencialmente brasileira.

Até o surgimento do Arena em 1953, a tendência dominante no teatro brasileiro era o rigor formal, quase solene (TBC), da mesma forma que a política ‘era coisa de adultos’.

Foi através de Guarnieri, José Renato, Augusto Boal, Glauber, Plínio, Arutim, Paulo José, Isaias Almada, entre tantos outros, que esse círculo foi rompido e novas dimensões do Brasil foram reveladas pela arte aberta aos sentimentos populares. 

Rompendo o fosso entre atores e espectadores, na arena do teatro da Rua Teodoro Baima, aprendia-se concretamente o que dizia Brecht sobre a relação entre arte e revolução, entre política e cultura, entre música e teatro.

Dos seminários do Teatro de Arena surgiram nomes como Oduvaldo Viana Filho, Boal, Guarnieri, Plínio Marcos, Lélia Abramo, Luiz Carlos Arutim, Antonio Fagundes, Raul Cortez, Ítalo Rossi, Flávio Migliaccio, Renato Consorte, Chico de Assis, Dina Sfat, Milton Gonçalves, Wlademar Ney, Vera Gertel, Dulce Muniz, Lima Duarte, Marília Medalla, Eloi Araujo, uma gente que fazia teatro com vigor de quem busca transformar o mundo. O Arena deu voz ao autor brasileiro, introduziu a luta de classes como temática, inovou não apenas na encenação e na dramaturgia mas fundou um jeito brasileiro de representar, como nação independente, como povo a organizar seu futuro.



Para ‘reviver’ a trajetória do Arena, desde sua fundação em 1953, até 1972, quando o espaço é comprado pelo extinto SNT – Serviço Nacional de Teatro – os bolsistas que concluíram o primeiro ano de oficinas no Ribeirão Em Cena, realizam no dia 25 de abril o Seminário ‘Ribcena Conta Arena’, em duas etapas.

Na primeira apresentam resultado de pesquisas e na segunda encenam trechos de espetáculos apresentados no Teatro de Arena durante as décadas de sessenta e setenta, além de interpretarem canções compostas especialmente para esses espetáculos.

O seminário é aberto ao público e o grupo de expositores\atores é formado por: Victor Hugo, Marielle Leite, Gustavo Henrique, Airton Pereira, Caroline Alves, Bruno Henrique, Tamires Justino, Thaisa Amorim, Richard Barros, Ana Lídia, Josana Ester, Thina Xavier, Heloisa Brandala,Camila dal Picolo,Wellington Garbelini, Thatiane Breda, Cristina Perim, Bruna Giovana, Ana Carolina, Francielle Francese, Flávia Tostes e Bianca Barros.

Serviço:
Seminário Ribcena Conta Arena
25 abril : Teatro Ribcena – Rua Lafaiete, 1084 às 14:30h e às 19:30h
9 de maio : Apresentação de cenas e canções. Teatro Ribcena – Rua Lafaiete, 1084 às 20h
Gratuito.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Alunos do Ribeirão Em Cena obtêm registro de ator profissional



Onze alunos bolsistas do Instituto Ribeirão Em Cena – Escola de Teatro, acabaram de se profissionalizar como atores no Sindicato dos Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversões no Estado de São Paulo- SATED. 


O registro profissional fornecido pelo SATED é reconhecido pelo Ministério do Trabalho. Para consegui-lo, além de apresentação de certificado de conclusão de curso do Instituto Ribeirão Em Cena, os bolsistas candidatos passaram por uma série de entrevistas e atividades específicas.



Criado há onze anos, o Instituto Ribeirão Em Cena já formou perto de 4 mil bolsistas em suas oficinas de Iniciação às Artes Cênicas. Um número expressivo prosseguiu os estudos ingressando nas principais faculdades públicas de Artes Cênicas do país e perto de cinquenta bolsistas já conseguiram o DRT  no Ministério do trabalho através SATED.



quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Atriz do Ribeirão Em Cena faz estágio no LUME


A atriz Gracyela Gitirana, do Instituto Ribeirão Em Cena – Escola de Teatro participa nesta semana de oficina no Núcleo Interdisciplinar de Pesquisas Teatrais (LUME) em Barão Geraldo, Campinas. 
Serão oito dias de treinamento físico e vocal para atores, e métodos focados especificamente em uma atuação voltada para a rua. Durante o curso, os participantes juntamente com os atores do LUME, irão trabalhar na construção de um grande espetáculo de rua que será apresentado no último dia da oficina.
O LUME - Núcleo Interdisciplinar de Pesquisas Teatrais foi criado em 1985 pelo célebre ator Luís Otávio Burnier e se tornou um dos grupos mais respeitáveis e conceituados do país. Com um elenco fixo de sete atores, o LUME tem um estilo próprio de pensar e fazer teatro e serve de referência para atores e pesquisadores do Brasil e do mundo, no redimensionamento técnico e ético do ofício de ator.
Gracyela Gitirana é professora de improvisação do Ribeirão Em Cena e recentemente participou de um workshop no Rio de Janeiro com a atriz Roberta Carreri, do Odin Teatret. Formada pelo Grupo Bagaceira de Teatro, de Fortaleza/CE, a atriz  também já participou de um curso com Eugênio Barba, fundador do Odin Teatret, e com a atriz Julia Varley, na capital Brasília. 
Apesar de já ter feito cursos com os integrantes do LUME Carlos Simioni e Jesser de Souza, é a primeira vez que Gracyela participa de um curso na sede grupo.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Ribeirão Em Cena no Fringe


Foto: Rony Morbi
 Os preparativos para o Festival Internacional de Curitiba estão a todo vapor. Além dos intensos ensaios para a peça “Antiperipléia”, recomeçam nesta semana os ensaios do espetáculo “Lesados”, que também foi qualificado para o Festival Internacional de Teatro de Curitiba.

O elenco de “Lesados” é formado pelas atrizes Bianca Barros e Flávia Tostes, o texto é de Rafael Martins (Grupo Bagaceira – Fortaleza) e a direção é de Gracyela Gitirana.

O espetáculo estreou em junho do ano passado na XI Mostra de Teatro Ribeirão Em Cena e viajou por mais de dez cidades da região de São José do Rio Preto, além de participar do 3° Festival Nacional de Teatro de Ribeirão Preto.

Flávia Tostes e Bianca Barros irão participar pela primeira vez do Festival Internacional de Curitiba e, claro, estão ansiosas. Afinal, o Festival de Curitiba, é considerado um dos mais importantes eventos de Artes Cênicas do país.

A palavra “lesado” tem vários significados: desde a mais óbvia, que remete à preguiça, acomodação, até quando alguém se sente enganado ou ludibriado. Nesse contexto, a encenação mostra característicos personagens urbanos contemporâneos, abatidos pela solidão e engolidos pelas metrópoles. Pessoas desenraizadas e imóveis, representantes de uma humanidade em escombros.

Segundo a diretora Gracyela Gitirana, “Lesados” é um texto existencialista, inspirado no Teatro do Absurdo, e lembra muito a peça “Esperando Godot”, de Samuel Beckett.

“Lesados” se apresenta em Curitiba na “Casa Hoffmann – Centro de Estudos do Movimento”.

Daniela Teixeira
Ass.Imprensa Instituto Ribeirão Em Cena

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Professores do Ribeirão Em Cena participam de workshop com Roberta Carreri, do Odin Teatret

Renato Ferreira, professor do Ribeirão Em Cena, está no Rio de Janeiro em um workshop ministrado pela atriz Roberta Carreri, do Odin Teatret.

Na semana passada, quem participou do workshop foi a professora de improvisação Gracyela Gitirana, que voltou impressionada com as técnicas e o conhecimento da atriz. Apesar de já ter participado em 2009 de um workshop com Eugênio Barba, diretor e fundador do Odin Teatret, e com a atriz Julia Varley, também do Odin Teatret, Gracyela relatou que a experiência foi única, segundo ela, apesar de trabalhar em conjunto com os outros membros do Odin Teatret, Roberta Carreri tem um trabalho específico, que inclui influências do teatro oriental, e possui sua própria técnica.

Além da experiência com Roberta Carreri, Gracyela assistiu a espetáculos, no período da noite, com Iben Nagel Rasmussen (atriz do Odin Teatret) e Carlos Simioni (do Lume Teatro). “A demonstração do Simioni foi simplesmente arrebatadora, eu fiquei em estado de graça”, comentou a professora.

Neste fim-de-semana Roberta Carreri estará no Sesc de Ribeirão Preto.

Confira a programação:

http://www.sescsp.org.br/sesc/programa_new/busca.cfm?conjunto_id=10563


quinta-feira, 10 de maio de 2012

MULHERES VERMELHAS ABRE TEMPORADA NO TEATRO RIBCENA




O espetáculo narra tortura e resistência de mulheres brasileiras à Ditadura Vargas e ao Golpe Militar de 64

Depois de um ano dedicado ao processo de criação, ensaios abertos ao público e pré estreia no Festival Internacional de Teatro de Curitiba, “Mulheres Vermelhas” entra em temporada nesta sexta-feira no Teatro Ribcena, em Ribeirão Preto.

O espetáculo retrata um tempo fortemente ideologizado. A conjunção de dois períodos históricos que tem seu início em 1928 na Alemanha, passa pelo Brasil de 64 e chega a 1979 quando foi instituída a Anistia no Brasil. Esse tempo corresponde a momento de participação massiva das mulheres cientes que a transformação revolucionária seria o único caminho capaz de levar o ser humano à libertação. 


São depoimentos verídicos de mulheres que estiveram presentes nas diferentes instâncias da luta revolucionária: Olga Benário Prestes, Nize da Silveira, Zuzu Angel, Lilian Celiberti, Renata Guerra de Andrade, Inês Etiene Romeu, Vera Silvia Magalhães, Anadir Nacinovic, Nancy, Mangabeira Unger, Sonia Lafoz, Lucia Murat, Yara Spadin, Damaris Lucena, Rose Nogueira, Dulce Maia, Cecília Coimbra, Hecilda Fontenelles Veiga, Elsa Lobo, Eleonora Menicucci, Maria Amélia Teles, entre dezenas de outras.

Ponto alto do espetáculo é a narrativa das torturas sofridas pelas ribeirão-pretanas Áurea Moretti, Maria Aparecida dos Santos e Madre Maurina Borges, na Obam, Dops e Presídio Titadentes.

A construção da dramaturgia, entremeada por canções de Chico Buarque e Milton Nascimento, é baseada essencialmente nas obras: “Olga”, de Fernando Morais; “Antígone”, de Sófocles”; “Mulheres Que Foram à Luta armada”, de Luiz Maklouf de Carvalho; “A Resistência da Mulher à Ditadura Militar no Brasil”, de Ana Maria Collins; “Batismo de Sangue”, de Frei Betto e “Sombras da Repressão”, de Matilde Leoni, com redação final do jornalista Gilson Filho que também dirige o espetáculo.

Segundo Gilson Filho, “a opção pelo tema “Mulheres Vermelhas”, ou seja, a construção do sujeito ‘mulher subversiva’ durante o regime militar brasileiro e a ditadura Vargas, objetiva inicialmente recuperar sujeitos destinados ao silêncio das paredes domésticas: as mulheres. Muitos trabalhos, sobre esses períodos têm sido elaborados, mas o espaço da mulher dentro dele ainda não foi definido”.

O processo de encenação foi construído através do teatro narrativo fundamentado em trabalhos teóricos de autores como Walter Benjamin, Bertolt Brecht. Desta maneira, a direção buscou estabelecer um diálogo entre a tradição humana de contar histórias, transmitindo conhecimento, experiência e a vivência com modernas técnicas de interpretação e encenação. 

A temporada que começa nesta sexta-feira, 11 de maio, se estenderá até dezembro com sessões todas as sextas e sábados, às 21 horas, no Teatro Ribcena. Ainda neste período o grupo se apresentará em Curitiba, Londrina, Maringá, São Paulo, Recife, Pinhal, Votuporanga, Catanduva, Sertãozinho, Batatais e São Simão. 

A agenda pode ser acionada através do botão "agenda" ali em cima.

Serviço:
Mulheres Vermelhas - 
Elenco:
Ana Carolina Silva, Carol Scabora, Marileide Emidio, Gabriela Grecco, Lucinete Pereira, Mariana Casula, Neusa Maria, Patrícia Oliveira, Sheyanne Parreira, Malba Oliveira, Marli Vera, Marília Marcucci, Adriana Savoia, Gabriel Oliveira, Julio Avanci, Rony Morby, Saul Borsari, Regis Francisco, Manoel Fernandes, Rodrigo Alves, Tarcila Pitiá, Dayane Marques, Mariana Nice, Isabella Gonçalves, Ana Claudia, Paula Braga Diego Dias, Fernando Alexandre e Theo Campos.

Direção: Gilson Filho
Direção Musical: Priscila Cubero
Músicos: Alessandro Perê e Teco Vilasboas
Preparação corporal: Renato Ferreira
Cenografia: Marina de Paula e Gabriel Oliveira
Figurinos: Marília Brigagão.
Coreografias: Murilo Heindrich, Shayenne Parreira e André Miranda. 
Projeto de iluminação: Julio Avanci
Operador Iluminação: Chico Choque
Vídeo: Vladmir Veloso e Hermes Ribeiro
Produção: Gracyela Gitirana
Produção executiva: Flávia Brigagão
Reservas: 016 36107770
Teatro Ribcena – Rua Lafayete,1084,Centro Ribeirão Preto.
Reservas: 016 36107770

PATROCÍNIO: 3M, CIA BEBIDAS IPIRANGA, NOBLEBIOENERGIA, INDEPENDENCE VEÍCULOS-CITROËM.



segunda-feira, 16 de abril de 2012

Processo seletivo 2012

Perto de 200 candidatos foram inscritos no processo seletivo do Curso de Iniciação ao Teatro do Instituto Ribeirão Em Cena. A primeira fase aconteceu no último sábado (14/4). O curso tem a duração de dois anos, é totalmente gratuito e as aulas de improvisação, interpretação, técnica vocal, corporal, canto, dança e história do teatro acontecem de segunda a quinta em três períodos. Nos últimos 11 anos, o Ribeirão Em Cena ofereceu curso a mais de 2 mil bolsistas.
A relação dos aprovados na primeira fase já está divulgada no site do Instituto Ribeirão Em Cena. A segunda fase ocorrerá nos dias 21 e 22 de abril.
Este projeto acontece graças a convênio com a Prefeitura de Ribeirão Preto e tem o patrocínio da 3M, Cia. de Bebidas Ipiranga, Noblebiotecnologia, Independence Veículos-Citroem e Maubisa.

"Mulheres Vermelhas" emociona o público de Curitiba

Por Daniela Teixeira, Jornalista

Mulheres Vermelhas estreou com sucesso no Festival de Teatro de Curitiba. O público que lotou o teatro José Maria Santos, saiu emocionado com as histórias de tortura física e psicológica e do sofrimento das mulheres retratadas no espetáculo. Representantes da entidade pelos direitos humanos Tortura Nunca Mais do Paraná estiveram presentes e não pouparam elogios ao espetáculo. Narciso Pires, presidente da entidade confessou que sempre evitou assistir a filmes e a peças que retratam a violência na ditadura justamente por lhe remeter às torturas eaos interrogatórios pelos quais foi submetido. “As pessoas não fazem ideia do que aconteceu naquela época, acham que a gente está exagerando e quando exigimos a responsabilização dos torturadores, nos chamam de revanchistas e na verdade trata-se dejustiça.”, disse.

A procuradora do Estado Valquíria Prochmann, teve o pai preso na época da ditadura e conhece muitos outros presos políticos, confessou ter chorado em vários momentos da peça e  disse que se existe impunidade no poder judiciário, que os atos praticados na ditadura não fique na impunidade da história e no julgamento do povo.

Mulheres Vermelhas impressionou tanto a entidade Tortura Nunca Mais que o grupo teatral Ribeirão em Cena foi convidado para voltar ao Paraná em junho e se apresentar novamente em Curitiba, além de Londrina e Maringá.

O grupo Ribeirão em Cena faz sua última apresentação neste domingo às 15h e logo após o espetáculo retorna para Ribeirão Preto.

O Festival de Teatro de Curitiba encerra sua hoje sua programação. De acordo com o balanço fornecido pelo diretor geral do festival Leandro Knopfholz, o evento teve um público de 180 mil pessoas, com as 29 atrações principais anunciadas no início do festival exibidas e mais de dois mil artistas participantes. Sobre o festival de 2013 o organizador já garantiu que irá acontecer entre a última semana de março e a primeira semana de abril e que a próxima edição terá o desafio de intensificar a abrangência nacional do público.

Curitiba, 8 de abril de 2012.